Posicionamento coletivo da cena psytrance brasileira. Dados e declarações conferidos em 10 de outubro de 2026, antes do segundo turno de 25 de outubro. As fontes estão no final do texto.
Prólogo: a pista que ninguém montou sozinho
Respire fundo e imagine. São cinco e quarenta e dois da manhã. O céu ainda não decidiu a cor, mas o grave já decidiu por todo mundo. Você sente o chão vibrar antes de ouvir o kick, e a pessoa ao seu lado, que você nunca viu na vida, sorri como se te conhecesse desde sempre. Tem gente de glitter e gente de moletom, gente de 19 anos e gente de 59, gente que reza para Shiva, gente que reza para Oxum, gente que não reza para nada e só acredita naquele minuto. Ninguém perguntou em quem você vota. Ninguém perguntou quem você ama. Ninguém perguntou quanto você ganha.
Agora pense em tudo o que precisou existir para esse minuto acontecer. Alguém cuidou do acolhimento. Alguém checou a água, a sombra, a tenda de redução de danos. Alguém combinou as regras com a vizinhança e com a prefeitura. Alguém pagou um cachê justo. Uma pista de verdade não é acaso: é um acordo. Um acordo entre milhares de pessoas, renovado a cada festa, de que aqui cabe todo mundo e de que ninguém vai ser deixado para trás.
Ninguém monta uma pista de uma vez só. Ela se constrói um cuidado de cada vez. Guarde essa frase: vamos voltar a ela no final deste texto, e você vai perceber que ela guarda uma segunda metade.
1. De onde falamos: PLUR é um acordo, não um slogan
Este é um texto-posição, e queremos ser claros sobre o lugar de onde ele sai. Somos a comunidade que mantém viva uma cena de música eletrônica brasileira com décadas de estrada: produtores, DJs, VJs, artistas visuais, equipes de decoração, técnicos de som, gente de selo, de coletivo, de festival, de redução de danos, e uma multidão de pessoas que simplesmente ama dançar. Falamos em nome do espírito dessa cena, não de um partido nem de uma candidatura.
Esse espírito tem uma sigla que nasceu nas raves dos anos 1990 e atravessou o mundo: PLUR, Peace, Love, Unity, Respect , ou seja, Paz, Amor, União e Respeito. A genealogia vem de mais longe: a música eletrônica de pista descende de clubes negros e queer de Chicago, Detroit e Nova York, lugares onde gente que não cabia em lugar nenhum inventou um lugar. O psytrance nasceu em Goa, na Índia, nos anos 1990, e chegou às nossas fazendas, praias e madrugadas. Nossas pistas são, na prática, um pequeno ensaio de país: pessoas muito diferentes dividindo o mesmo espaço, o mesmo ritmo e o mesmo cuidado.
Por isso, para nós, PLUR não é adesivo de mochila. É um conjunto de princípios que descreve, quase palavra por palavra, o que uma democracia precisa para funcionar. É sobre isso que este manifesto trata.
2. PLUR é democracia em escala de pista
- Paz é resolver o conflito sem violência: o voto no lugar da força, o debate no lugar da ameaça, a lei no lugar da vingança.
- Amor é acolher a diferença: quem pensa, ama, reza e vive de um jeito diferente do seu tem o mesmo direito à pista.
- União é a pluralidade trabalhando junta: ninguém precisa ser igual para dançar no mesmo ritmo, e a coletividade vale mais do que a soma das partes.
- Respeito é regra para todos: limites claros, instituições que funcionam, direitos que não dependem de quem manda no momento e o resultado das urnas respeitado por quem ganha e por quem perde.
Quando essas quatro palavras funcionam, a pista funciona. Quando uma delas falha, a gente sente na hora. Com um país é exatamente assim.
3. Onde estamos: uma decisão em 25 de outubro
O primeiro turno, em 4 de outubro, terminou apertado: a diferença entre os dois primeiros colocados foi de cerca de 2,2 milhões de votos, e os candidatos eliminados somaram 9,32 milhões, mais de quatro vezes essa diferença. Em 25 de outubro, o Brasil volta às urnas. Quem decide esta eleição é quem ainda está decidindo, e quem frequenta pista tem amigos, primos e colegas de trabalho exatamente nesse grupo.
Não vamos pedir voto em nome da cena, e nem achamos que ela pense toda igual: o PLUR inclui quem discorda de nós. O que pedimos é algo mais fundamental: que o dia 25 seja vivido como um ato de democracia, com voto livre e consciente, debate sem ódio, imprensa livre e respeito ao resultado. E que, depois, quem for eleito saiba o que a nossa pista espera de um governo.
4. Paz: segurança sem medo, fé sem imposição, liberdade sem censura
Paz, para nós, é poder chegar e voltar em segurança, ter uma crença ou nenhuma e não ser questionado por isso, dizer o que se pensa sem medo.
Liberdade de crença. A Constituição garante a liberdade de crença e de culto (artigo 5º, VI) e define o Estado como laico (artigo 19, I). Na nossa pista tem Shiva e Ganesha, Oxalá e Iemanjá, ayahuasca e daime, xamanismo, ateus e quem só acredita no grave. A liberdade religiosa que vale é a que protege todas as crenças na mesma pista: o terreiro, o centro espírita, a igreja, a comunidade hindu, o círculo de cura e a pessoa sem religião. Quando "liberdade religiosa" vira régua de uma única confissão para as políticas públicas, quem perde é todo o resto.
Liberdade de expressão. Hoje todos os lados acusam os outros de censura, e o debate sobre os limites das redes e da Justiça é legítimo e necessário. Nossa régua é simples e vem da própria Constituição (artigo 5º, IX): a expressão artística e de comunicação é livre, independentemente de censura ou licença. Isso inclui o artista que incomoda o poderoso, o humorista, o jornalista, o cartaz que provoca, o som que o vizinho acha estranho. Liberdade que serve só a quem concorda não é liberdade: é conveniência. O Brasil já viu como termina: o AI-5, de 1968, calou artistas e levou Gilberto Gil e Caetano Veloso ao exílio, e o fim desse filme nunca foi bom para a arte nem para a pista.
Cuidado. Nossa cena construiu, com pouco dinheiro e muito trabalho voluntário, tendas de acolhimento e informação de qualidade. Quem atua com redução de danos sabe que tratar o assunto apenas como caso de polícia não tira a substância da festa: tira a equipe que cuida de quem passa mal. Pedimos uma política que reconheça e apoie esse trabalho.
5. Amor: mulheres e LGBT+ são a base da pista, não convidados
Mulheres. Quem já dançou uma noite inteira sabe a diferença entre uma pista em que você se sente segura e uma em que precisa calcular o caminho até o carro. Essa diferença não é sorte: é cultura, protocolo, equipe treinada, regras claras e uma comunidade que decidiu que assédio não é "parte da balada". O que os coletivos de acolhimento da cena fazem em escala pequena, o Estado precisa fazer em escala grande: proteção contra a violência, rede de apoio e salário igual. A Lei da Igualdade Salarial (Lei 14.611, de 2023) é uma conquista que precisa ser defendida e fiscalizada. E há um dado que merece reflexão: a eleição presidencial de 2026 é a primeira deste século sem mulheres nas principais chapas. Uma democracia saudável coloca as mulheres no centro das decisões, não só nas promessas.
LGBT+. Quem já viu um casal se beijar sem medo às seis da manhã sabe o que um abrigo vale. Para muita gente da nossa cena, a pista foi o primeiro lugar do mundo onde ser quem se é deixou de ser um problema. Esse patrimônio não está escrito em lei nenhuma, mas a vida fora da pista depende de leis e decisões: a decisão do STF de 2019 que equiparou a LGBTfobia ao crime de racismo, as políticas de saúde e acolhimento, a proteção de pessoas trans. A pergunta que a cena faz a qualquer governo é simples: esses direitos continuam garantidos? Queremos resposta pública e por escrito.
6. União: trabalho, renda e cultura são o chão da pista
Trabalho. Uma pista é trabalho. É o técnico de som que monta o palco às três da tarde, a equipe de decoração que passa a semana pendurando tecido, o barman, a segurança, a produtora que cuida da conta do gerador, o motorista da van, a artista visual que pinta ao vivo. A cena é feita, em grande parte, por gente que vive entre o bico, o freela e o contrato precário, e que conhece de perto o cansaço de quem trabalha seis dias para folgar um. A proposta de acabar com a escala 6x1, com jornada de 40 horas semanais sem corte de salário, está no plano do atual governo e no centro do debate da campanha. A cena tem o que dizer: tempo livre não é luxo, é a matéria-prima da cultura. Sem tempo livre não existe pista, nem ensaio, nem festival, nem comunidade. Queremos que quem for eleito diga com clareza o que fará com o domingo de quem trabalha.
Renda e proteção social. Progresso não é só PIB. Progresso é a mãe que consegue fechar o mês, o jovem da periferia que continua na escola, a trabalhadora que tem tempo e dinheiro para sair de casa no sábado. Programas sociais bem desenhados são infraestrutura, como estrada e energia: não substituem o esforço de ninguém, mas criam o chão onde o esforço rende. As duas principais candidaturas dizem que manterão o Bolsa Família, uma delas com a ideia de uma "rampa de saída" para o mercado de trabalho. O que importa agora é o desenho: quem paga a conta de qualquer corte de despesa e quais áreas (saúde, educação, cultura, assistência) ficam protegidas. A cena pede que proteção social seja tratada como investimento, não como gasto.
Cultura. Uma cena underground raramente é proibida: costuma ser sufocada aos poucos. Um alvará que não sai, uma fiscalização que só aparece na festa "diferente", um edital que acaba, um patrocínio que some. A cena que sobrevive é a que tem dinheiro e advogado; a que morre é a pequena, a independente, a experimental, aquela que forma gente nova. Por isso a cultura precisa de política de Estado, não de humor de governo: o Ministério da Cultura foi extinto e rebaixado a secretaria em 2019 e recriado em 2023, e a Lei Rouanet muda de regra e de discurso a cada ciclo. Pedimos estabilidade, transparência, descentralização e atenção às cenas independentes, inclusive as eletrônicas, que raramente cabem nos modelos tradicionais.
7. Respeito: soberania e instituições
Respeito também se aplica ao país. O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, cerca de 23% do total, segundo o presidente Lula, e apenas 30% do território foi pesquisado. Esses elementos estão nos ímãs de turbinas e carros elétricos, nos chips e nos equipamentos de defesa: quem controla a cadeia controla o século. O tema atravessa campos. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado firmou em março um acordo com os Estados Unidos, e a Serra Verde, única mineradora de terras raras em operação no país, recebeu US$ 565 milhões do governo americano em fevereiro e exporta toda a produção para a China. Em conferência nos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil é "a solução" para os americanos reduzirem a dependência da China. O governo Lula anunciou um conselho nacional de política mineral e de terras raras.
A pergunta é em que termos o Brasil entra nessa cadeia: como fornecedor de matéria bruta ou como sócio, com processamento, tecnologia e renda dentro do país? Nossa régua vale para todos os lados: processamento nacional, transferência de tecnologia e controle público do subsolo. A história brasileira conhece o roteiro contrário: pau-brasil, ouro, açúcar, borracha, café. Cada ciclo exportou riqueza e deixou cicatriz. Privatizar ou conceder não é, por si só, pecado nem virtude; vira problema quando infraestrutura estratégica e recursos naturais passam a servir a quem tem mais caixa e mais trânsito em qualquer capital estrangeira. Soberania é respeito: de dentro para fora e de fora para dentro.
8. A lição da história: Alemanha, 1933
Sempre que se fala em Alemanha dos anos 1930, aparece a acusação de exagero. Então vamos com cuidado: não estamos dizendo que o Brasil de 2026 é a Alemanha de 1933, nem que alguém é Hitler. Estamos dizendo que aquele processo é um manual de como uma sociedade culta, musical e instruída foi convencida, passo a passo, do inaceitável, e que quase todos os passos pareciam administráveis na hora. Entender o mecanismo é a melhor forma de impedir que ele se repita, em qualquer país e sob qualquer rótulo.
O partido nazista nunca teve maioria absoluta numa eleição livre. Chegou ao poder em janeiro de 1933 por um acordo com elites conservadoras que acreditaram que poderiam controlá-lo: Hitler chanceler, um conservador como vice, e a ideia de que a responsabilidade do governo o enquadraria. Semanas depois, após o incêndio do Reichstag, um decreto de emergência suspendeu liberdades civis. Em março, uma lei de plenos poderes tirou do Parlamento sua função. O processo foi em boa parte legal, em parte aplaudido, e quase todo acompanhado de uma narrativa de ordem, segurança e defesa dos valores.
Repare por onde começou: pela cultura e pelos corpos. Em maio de 1933, o Instituto de Ciência Sexual de Berlim, referência mundial em pesquisa e acolhimento de pessoas homossexuais e trans, foi saqueado e, dias depois, sua biblioteca virou fogueira numa praça pública, junto com milhares de livros de autores considerados "degenerados". Em 1937, uma exposição de "Arte Degenerada" enfileirou obras modernistas para zombaria pública. O jazz e o swing foram perseguidos; jovens que dançavam swing em Hamburgo e Berlim, a chamada Swingjugend, foram vigiados, presos, e alguns enviados a campos. Homossexuais foram presos aos milhares depois que o Parágrafo 175 foi endurecido, em 1935. Dança, arte, desejo, diferença. Exatamente o que a gente faz no sábado à noite.
A lição incômoda é sobre quem se calou. Houve muita gente "apolítica", muita gente que "só queria trabalhar", músicos que acharam que o importante era seguir tocando. A história não os julga por maldade: julga pelo tempo que levaram para perceber que a música que tocavam já tinha dono. A democracia raramente cai de uma vez; ela é esvaziada quando quem poderia defendê-la decide que isso não lhe diz respeito. O antídoto também é antigo: participação, imprensa livre, instituições independentes, cultura viva e gente que se importa.
9. Perguntas que a pista faz a quem pede o voto
Respeito é também cobrar. Em vez de pedir que a cena escolha um lado, pedimos que quem disputa a Presidência responda, por escrito e com clareza:
- Como será a política de cultura: ministério, Lei Rouanet, editais e apoio às cenas independentes?
- Qual é o compromisso com a redução de danos e com o cuidado de quem frequenta festas?
- Os direitos da população LGBT+ e a proteção contra a LGBTfobia serão mantidos?
- Como garantir igualdade salarial e proteção às mulheres, no trabalho e fora dele?
- O que será feito com a escala 6x1 e a jornada de trabalho, e como isso será viabilizado?
- Quais despesas serão cortadas e quais políticas sociais ficam protegidas?
- Em que termos o Brasil vai explorar e processar suas terras raras e demais recursos estratégicos?
- Qual é o compromisso com a liberdade de expressão, de imprensa e de crença para todos, e com o respeito ao resultado das urnas?
10. O que cada pessoa da cena pode fazer
Tudo isso poderia virar desânimo. Mas lembre: você já sabe fazer coisa grande com muita gente junta, sem hierarquia, em uma noite. A cena sabe se organizar, sabe se cuidar, sabe resolver problema na marra com o que tem na mão. Aqui está o que dá para fazer, um valor do PLUR de cada vez:
- Paz: converse sem gritar. O objetivo não é ganhar o debate, é abrir a porta. Pergunte antes de afirmar. Quem se sente ouvido costuma ouvir de volta, e há 9,32 milhões de votos de gente que não passou ao segundo turno à procura de um motivo para decidir.
- Amor: cuide de quem tem medo. Ofereça carona para quem vai votar, ajude quem está com dúvida sobre o local de votação, esteja ao lado de quem se sente exposto. Cuidado também é política.
- União: organize-se, antes e depois de 25 de outubro. Associações de produtores, coletivos de acolhimento, redes de apoio jurídico para festas independentes, pressão por políticas culturais locais. A cena que se organiza não depende de ninguém para existir.
- Respeito: vote com consciência e respeite o resultado. Informe-se em mais de uma fonte, desconfie de boato (circulam mentiras de todos os lados) e aceite o resultado das urnas, ganhando ou perdendo, sem deixar de cobrar quem for eleito.
- Se você é DJ, VJ, artista visual, produtor, selo, coletivo ou festival: diga onde está. Silêncio também é posição. Não precisa citar nome nem entrar em briga: basta dizer que defende a democracia e o PLUR e o que não negocia. Seu público está olhando e sabe a diferença entre quem calou por cuidado e quem calou por conveniência.
- Cobre coerência, de dentro para fora. De marcas, de casas, de quem lucra com a cena e de nós mesmos: cachê justo, protocolo anti-assédio, equipe diversa, redução de danos, respeito a quem trabalha. Não existe pista PLUR só no palco.
Nota de transparência
Este texto não é de partido nem de candidatura e não pede voto em ninguém. Reúne fatos públicos, citados nas fontes, e princípios da própria cena. Há aqui um ponto de vista, e o assumimos: defendemos a democracia e o PLUR. Registramos que o debate sobre terras raras, cultura, trabalho e liberdade de expressão envolve todos os campos e que a mesma régua deve valer para todos. Nem todo mundo que dança com a gente vota igual, e é assim que deve ser. Quem discordar de qualquer leitura, o debate é bem-vindo, desde que tenha fontes.
Epílogo: a segunda metade da frase
Volte para aquela pista das cinco e quarenta e dois. O céu ainda não decidiu a cor. O grave ainda está no seu peito. Lembra da frase que pedimos para guardar? Ninguém monta uma pista de uma vez só. Ela se constrói um cuidado de cada vez.
Aqui vai a segunda metade, e é a parte que importa: com a democracia é igual. Ela também não se perde de uma vez, nem se defende de uma vez. Perde-se um papel de cada vez, e defende-se com um voto de cada vez, uma conversa de cada vez, uma posição pública de cada vez, um cuidado de cada vez. No dia 25 de outubro, quando a noite chegar e você estiver de volta em casa, qualquer que seja o resultado, você vai saber que fez a sua parte. E quando o grave voltar a entrar no próximo amanhecer, você vai sentir no peito o que sentimos agora: pertencimento a algo que valeu a pena defender.
Paz. Amor. União. Respeito. Quem pensa diferente de nós continua sendo bem-vindo na pista, desde que a pista continue sendo de todo mundo. Compartilhe este manifesto com quem dança com você, e com quem ainda não dança.
Fontes
- Genial Investimentos: Eleições 2026, o 1º turno e o caminho até 25 de outubro
- Congresso em Foco: Flávio e Lula vão ao segundo turno
- Agora RN: campanha de Flávio e a primeira eleição do século sem mulheres nas principais chapas
- Diário do Grande ABC: propostas dos candidatos documentadas no TSE
- InfoMoney: Flávio pretende manter programas sociais e cortar impostos
- Poder360: Lei Rouanet e a extinção do Ministério da Cultura em 2019
- Jovem Pan: extinção do Ministério da Cultura e a Lei Rouanet
- CNN Brasil: Flávio diz que Brasil é solução para EUA ter terras raras
- Folha de Pernambuco: acordo de Goiás com os EUA e a Serra Verde
- Poder360: Lula e o conselho nacional de política mineral e de terras raras
- Times Brasil: EUA buscam alianças no Brasil para garantir acesso a terras raras
Contexto legal: Constituição Federal (artigo 5º, incisos VI e IX; artigo 19, inciso I), Lei 14.611/2023 (igualdade salarial) e decisão do STF de 2019 sobre a LGBTfobia. Contexto histórico sobre a Alemanha de 1933 a 1945: consenso historiográfico, com base em acervos como o do Museu do Holocausto dos Estados Unidos. Contexto sobre a ditadura brasileira: AI-5, de 1968, e o exílio de artistas como Gilberto Gil e Caetano Veloso.











































































































































































































