Padang Records

A Padang Records nasceu em 6 de junho de 2013 em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, fundada por Carlos Dienstmann (que também assina música sob o nome Arkana). O primeiro lançamento foi a coletiva Barong & Garuda, com 11 faixas distribuídas pela Ektoplazm sob licença Creative Commons, e já no fim daquele mesmo ano o selo selou sua vocação mais noturna com a VA Nibiru, que trouxe a estreia do duo Alchemy Circle com a faixa The Occult Science.
Ao longo de mais de uma década, a gravadora ultrapassou fronteiras brasileiras e hoje reúne mais de 50 artistas de países como Chile, Argentina, México, Peru, Portugal, França, Suíça, Grécia, Alemanha, Austrália, Canadá, Suécia, Irlanda, Índia, Irã e África do Sul, com um catálogo que já passa de 120 lançamentos entre EPs, álbuns e compilações curadas. A identidade da Padang é a curadoria como ritual: cada VA tem um curador residente, como Tekmall (Reborn: Echoes of the Forest), Mallki (Nukaya), Anaïs Lin (Technomad), Nuit Noire (The Nightmare) e Rhabia (Nyctophilia), cada compilação funcionando como um mapa sonoro próprio.
A gravadora também mantém a Padang Lab Series, uma série de DJ sets iniciada em 2018 e já na sua 21ª edição, além do canal PadangTV no YouTube com prévias e sets ao vivo. Atualmente a Padang Records segue extremamente ativa, com lançamentos recentes como Isolation Protocol (DMnT), Self Inflicted (Anadrome) e Nyctophilia II (Rhabia), consolidando-se como uma das gravadoras brasileiras mais internacionais e duradouras do Dark Progressive, Psytech e som Zenonesque, com presença em Bandcamp, SoundCloud, Beatport, Traxsource, Discogs e Proton Radio.
Ao longo de mais de uma década, a gravadora ultrapassou fronteiras brasileiras e hoje reúne mais de 50 artistas de países como Chile, Argentina, México, Peru, Portugal, França, Suíça, Grécia, Alemanha, Austrália, Canadá, Suécia, Irlanda, Índia, Irã e África do Sul, com um catálogo que já passa de 120 lançamentos entre EPs, álbuns e compilações curadas. A identidade da Padang é a curadoria como ritual: cada VA tem um curador residente, como Tekmall (Reborn: Echoes of the Forest), Mallki (Nukaya), Anaïs Lin (Technomad), Nuit Noire (The Nightmare) e Rhabia (Nyctophilia), cada compilação funcionando como um mapa sonoro próprio.
A gravadora também mantém a Padang Lab Series, uma série de DJ sets iniciada em 2018 e já na sua 21ª edição, além do canal PadangTV no YouTube com prévias e sets ao vivo. Atualmente a Padang Records segue extremamente ativa, com lançamentos recentes como Isolation Protocol (DMnT), Self Inflicted (Anadrome) e Nyctophilia II (Rhabia), consolidando-se como uma das gravadoras brasileiras mais internacionais e duradouras do Dark Progressive, Psytech e som Zenonesque, com presença em Bandcamp, SoundCloud, Beatport, Traxsource, Discogs e Proton Radio.